Por que os jovens sempre estão na linha de frente das piores causas? Mario Ferreira já explicou. E o que ele disse é mais atual do que nunca.👇
O Brasil é um país jovem. Mas isso não significa que a juventude, por si só, traga soluções. Segundo Mario Ferreira, a juventude é uma potência — mas uma potência cega, se não for bem guiada.
De um lado, há o vigor, o idealismo, a força de ação. Do outro, há o risco: • Irreflexão • Despreparo • Apressamento • Facilidade de manipulação por demagogos e agitadores
Mario cita vários episódios históricos para mostrar o padrão: Foram jovens que: • destruíram o Instituto Pitagórico • condenaram Sócrates • perseguiram Aristóteles • assassinaram Hipátia • apedrejaram Einstein • acusaram Pasteur de charlatão
Essa energia sem direção é presa fácil dos engenheiros sociais. É a juventude sendo usada como massa de manobra, geração após geração.
Mas Mario não cai no niilismo: Existe também a juventude construtiva. Aquela que, se bem orientada, pode usar sua força em favor do bem e da sabedoria.
O desafio? Oferecer uma filosofia clara, concreta e positiva. Uma formação que imunize a juventude contra o niilismo e a destruição.
Sem isso, diz ele, nada feito. Os jovens sempre buscarão causas. Se não tiverem uma boa, abraçarão as piores.
O que Mario escreveu na década de 70 ecoa diretamente no que vemos hoje: Rebeldia sem norte, manipulação em massa, e grupos organizados prontos para dar "sentido" ao vazio juvenil.
Toda essa análise sobre a rebeldia juvenil está dentro de uma visão muito maior que Mario Ferreira desenvolveu para o Brasil.






